era um dos dias mais importantes, daqueles em que a boa educação faz muita diferença e a apenrência é tudo! era o primeiro dia de aulas na escola nova; pessoas novas, meios de transporte novos, percursos novos, tudo novo!
e eu? a mesma de sempre!
de toda a maneira, sabia que, apesar de tudo, não estava só.
«não, eles estão comigo!»
e foi com esse pensamento que bati à porta, abri e disse baixinho: posso entrar?
senti cerca de 60 olhos virados para mim, mas sorri e sentei-me no único lugar vazio! (...)
somos o m!
m de melhores (a)
24 de outubro de 2009
10 de outubro de 2009
Assim, da maneira que és!
«Gosto de ti e tu sabes disso. Mas, o mais importante é que eu gosto da maneira que és, exactamente assim como és, sem tirar nem pôr!
Não quero mudar os teus hábitos; não espero mudar as tuas atitudes, apenas quero que continues a tratar-me da forma que te habituaste a tratar de mim, da forma que me habituaste a sentir-me bem tratada.
Apenas desejo que continues a dar-me a atenção que sempre me dedicaste (...)»
Não quero mudar os teus hábitos; não espero mudar as tuas atitudes, apenas quero que continues a tratar-me da forma que te habituaste a tratar de mim, da forma que me habituaste a sentir-me bem tratada.
Apenas desejo que continues a dar-me a atenção que sempre me dedicaste (...)»
4 de outubro de 2009
O silêncio!

O silêncio pode ter várias e variadas interpretações. É, na minha opinião, algo que não se descreve, porque não se vê, só se sente. Acaba por se poder comparar ao amor ou a qualquer outro sentimento, na medida em que, tal como os nossos sentimentos, é sentido e compreendido de maneiras muito distintas.
O silêncio pode ter-se em consideração como sendo a paz, a agonia, o vazio. É o tempo e o espaço em que regressamos e avançamos, e vemos tudo aquilo que queremos.
Para algumas pessoas, arrisco e digo que talvez as mais reservadas, o silêncio transforma-se numa forma de vida, um refúgio em segredo e segredos em fuga. Aproveitam o facto de estarem sozinhas para se afastarem cada vez mais do mundo, até que um dia se tornam almas completamente silenciosas que passeiam os corpos no ruído do mundo real.
Outras pessoas, as mais extrovertidas, encaram o silêncio como uma temperatura negativa, em que devido ao hábito do convívio (e se pensarmos em convívio pensamos em ruído) se sentem mal na ausência de som.
Aqui temos duas maneiras completamente diferentes de subouvir e reagir ao silêncio, estando, cada uma delas, dependente do estado de espírito e da maneira de ser de cada um!
(2008)
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